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19 de junho de 2011

O mundo Romano no tempo de Jesus e no Início do Cristianismo - O lado Econômico

A economia tinha papel de destaque no Império Romano. O legionário romano era ao mesmo tempo um pioneiro econômico.
Élio Arisitdes (em seu livro Romrede) mostra-se grandemente admirado pelo que o Imperador realizava: " Vós medistes todo o orbe terrestre, cobristes os rios com pontes de vários tipos, atravessastes montanhas para construir estradas, abristes estradas de correio em regiões vazias de homens e introduzistes em toda parte uma maneira de viver culta e ordenada"
Todo este grande progresso econômico do Império era feito às custas também do trabalho escravo e trazia proveito somente para os romanos e os ricos e poderosos. É o que conta o rabi Gamaliel ll : " Com quatro coisas este Império consome -nos: com suas alfândegas, banhos, teatros e fornecimento de gêneros" ( em Samuel Kraus, Monumentos Talmúdicos ).
A riqueza econômica  de um país conquistado e sua capacidade de produção deviam ser orientadas para as necessidades de Roma.
Os tesouros do solo não pertenciam àquele que o habitava e cultivava, mas àquele que era superior, ao vencedor. Sobretudo o ouro exercia atração muito grande.
Os espólios das guerras superavam toda a imaginação e estavam sobretudo colecionados e expostos - que ironia! - no templo da Paz!
Os impostos eram imensos, bem com as alfândegas, contribuições, tributos e recrutamentos.
Quando a Judéia. depois da deposição do filho de Herodes, Arquelau, foi anexada à província da Síria, seu governador ordenou imediatamente a avaliação das fortunas, para servir de base ao lançamento de impostos.
A exploração das provincías e o espólio de guerra favoreciam sobretudo a cidade de Roma e aí, em primeiro lugar, a camada superior.

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